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Na última quinta, Rafinha foi entrevistado pelo colega de longa data no programa Agora É Tarde
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| Rafinha apreciando a G Magazine do Rodger |
Antes tarde do que nunca: depois de 2 anos de espera, finalmente Rafinha Bastos foi o entrevistado do dia no programa Agora É Tarde do Danilo Gentili -- que despensa apresentações.
Não vamos nos prolongar em resenhas, spoilers e definições: a entrevista foi nota 10/10 e você confere a íntegra no player abaixo. Assista, comente e espalhe por aí :)
Para a íntegra do programa, acesse o site do AET, clicando AQUI
As fotos:
Muitas entrevistas sobre A Vida de Rafinha Bastos e mais algumas novidades; leia o nosso resumo
Dia 16: Assista a chat (relâmpago, diga-se de passagem) da UOL:
Dia 17: Rafinha gravou o 8 minutos - que ainda irá ao ar - com um de seus maiores ídolos (em todos os sentidos), Oscar Schmidt.
Dia 19: Rafinha participou do programa "A Voz do RS". Ouça:
Dia 20:
- A Folha publicou uma entrevista com Rafinha.
Resumindo, ele diz que está " (...) mais cuidadoso. Não no conteúdo, mas na forma." com suas declarações e piadas. Ele relembra o caso Luciano Hulk e diz que foi pesado para ele e a família na época "Não retiro nada que disse, mas sinto que errei na forma como me comuniquei". Agora, a Dona Julia revisa os textos antes dele publicar... (hahahaha)
Relembrou-se do Saturday Night Live e de """brigas""" com CQCs (sim, ainda fala-se nisso zzzz): "Nunca mais falei com o Marcelo Tas, mas é um cara por quem tenho carinho e tenho certeza de que a gente ainda vai se reaproximar."
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| Rafinha em seu escritório like a boss |
Rafinha assume que portas se fecharam para ele por conta de suas piadas por fazer a piada com a cantora (hahaha) Wanessa (sic): "Por mais que eu diga que estou bem, tranquilo, sei que tem um monte de lugar que se bloqueou para mim, comercialmente e criativamente."
Finalizando ele disse que pensa em fazer um humor mais politizado e conta que a segunda temporada de sua série seria inspirada em seu filho:
Ele conta que o menino adora jogar um game em que o mocinho foge de um gorila --e exibe o jogo em seu celular. "Um dia fui deixá-lo na escola e o porteiro, que é um cara muito bacana, resolveu brincar com ele, correndo atrás dele. Ele perguntou: 'quem é você?', e meu filho respondeu, 'o mocinho'. 'E quem sou eu?', o porteiro perguntou. 'O macaco', ele disse. O cara é negão e alto. Seria uma só coincidência se o pai dele não fosse o Rafinha Bastos. Na série, isso já iria render um processo [risos]".
Ah! Ele disse que apesar dos boatos, ninguém do SBT o contactou. Para ler a entrevista na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/07/1314188-sei-que-varias-portas-se-fecharam-para-mim-diz-rafinha-bastos-que-lanca-nova-serie.shtml
- A UOL publicou uma entrevista com Rafinha
- A UOL publicou uma entrevista com Rafinha
UOL – Por que você acha que as pessoas se ofendem com suas piadas? Dia desses, o programa Lado Bi discutiu com os humoristas Márcio Américo e João Vicente de Castro, do Porta dos Fundos, como fazer piada sobre gays sem ser homofóbico. Eles disseram que hoje o motivo de piada é o homofóbico. Você concorda?
Rafinha Bastos – Olha, eu acho que a luta do público gay é totalmente legítima, mas eu sempre me pergunto por que aumenta o ódio aos gays em um momento em que mais se debate os direitos dos gays, em que os gays têm mais visibilidade... Eu acho que é porque a luta talvez esteja sendo feita da maneira errada. Os gays querem apenas o direito de amar, mas a luta tem sido combativa. Quando você briga com um fanático religioso, na cabeça deles você está brigando com Deus. Eu estava assistindo à Parada Gay, que eu acho muito divertida, e vi uns homofóbicos gritando: "Vão se fuder. Seus viados! Vão tomar no cu!" Contei isso para um amigo meu, que é gay, e ele disse: "Mas é tudo que os gays querem!" Se eu coloco uma piada dessas no meu show, e alguém tira do contexto, vira a seguinte manchete: "Rafinha diz que gays têm mais é que se fuder!" Daí pro Jean Wyllys levantar uma bandeira contra mim é um pulo. Então, não existe preconceito sem interpretação. Às vezes a piada só está pondo uma luz sobre o assunto, mas é interpretada de outra maneira.
Mas você concorda que o alvo das piadas mudou? Os antigos estereótipos do que era motivo de chacota, por exemplo?
Eu acho que os tempos mudaram. Esses dias eu conversava com a Fernanda Young e ela me disse que piadas que eles escreviam para "Os Normais" hoje em dia dariam problema.
Por que você acha que passou a ser tão odiado?
Eu não acho isso. Primeiramente as pessoas precisam entender que 70% dos comentaristas de internet está com raiva, ou da vida, ou do assunto que estão lendo. Porque o cara que gosta do que lê, quase não comenta. Quem se motiva a comentar, se motiva pela raiva. Eu fui eleito a personalidade mais influente do Twitter. O que isso significa? Merda nenhuma. Mas coloca essa matéria na internet com meu nome, vai ter clique. Meu nome gera visualização. Agora, eu ando na rua, nunca ninguém me xingou. As velhinhas me param e dizem: "Gosto tanto de você, mas toma cuidado que o pessoal tá muito bravo contigo."
Você calçou as sandálias da humildade?
Eu acho que existe um jogo a ser jogado. E eu não jogo esse jogo. Mais humilde não fiquei. Fiquei mais atento, porque passei a entender o processo de descontextualização das coisas que eu dizia.
Você acha que talvez as coisas que você expressa pareçam mais pesadas do que são devido ao peso da palavra escrita? Ou seja, as pessoas não te veem falando, suas intonações, suas expressões?
Sim e não. Porque as coisas que se tornaram polêmicas foram coisas que eu disse, mas que posteriormente foram escritas. A piada do estupro, por exemplo. O humor é muito suscetível de descontextualização. Outro exemplo foi aquele episódio do Luciano Huck. Eu acho que eu errei e pedi desculpa. Mas não me arrependi do conteúdo. Me arrependi pela forma como disse.
Nos Estados Unidos, há muitos programas que fazem piadas pesadíssimas com celebridades, como "South Park", "Family Guy", "American Dad". Aqui no Brasil um programa desses jamais seria produzido. Por que o brasileiro se leva tão a sério?
É engraçado isso, porque o brasileiro aparentemente tem uma fama de irreverente, de piadista e tal. Eu não sei o que faz a gente se levar tão a sério. Mas agora eu vou cagar regra. Escreve aí: "Rafinha Bastos vai cagar regra." Devido à monopolização histórica da informação no Brasil, teve muita coisa que demorou a evoluir. O humor por exemplo. Então, o humor no Brasil sempre existiu, mas era de personagem. Então quando havia uma piada pesada, era o personagem que havia dito, não o humorista. Então as pessoas não levavam isso a sério. Quando eu apareço fazendo a piada do estupro, imediatamente a coisa se personaliza. E pode escrever: você vai publicar essa entrevista e alguém mal intencionado vai tirar alguma frase do contexto e criar polêmica. Então, eu te peço, por favor, tenha muito cuidado com o que vai publicar.
A entrevista está toda aí, mas se você quiser visualizar no perfil da UOL e dar mais audiência para eles, clique aqui
- Rafinha apresentou seu solo em terras gauchas
- Rafinha apresentou seu solo em terras gauchas
Mais de mil pessoas foram ao salão de festas da Sogipa (sim, clube para o qual Rafinha jogou basquete durante anos) assistir o solo stand-up de Rafinha, o Péssima Influência.
Ah! E ainda depois da apresentação, Rafinha abaixou um telão para todos assistirem ao vivo a estreia de sua série.
- Dia 20 também foi a estreia de A Vida de Rafinha Bastos!!!
- Dia 20 também foi a estreia de A Vida de Rafinha Bastos!!!
Resumindo: Rafinha está preso por conta de suas piadas e conta ao seus colegas de cela uma vez em que um repórter que há anos o perseguia tornou-se seu vizinho. Esse episódio contou com a participação de Marcelo Dourado.
O ep estava 10/10, muito divertido. Tanto é que desde sexta Rafinha estava mega ansioso para a estreia.
A galera da internet curtiu e Rafinha ficou feliz :)
Fiquei felizão neste finde com o feedback super positivo após a estréia de A Vida de Rafinha Bastos. Este sábado, 23h no FX, tem mais. Ae!
— Rafinha Bastos (@rafinhabastos) July 22, 2013
... Quer dizer, a galera da internet curtiu mas Tony Goes (f5 a.k.a Folha) não curtiu. "'A Vida de Rafinha Bastos' estreia com gosto de piada velha"
Dia 22: 8 minutos com o Rodrigo Fernandes a.k.a Jacaré Banguela! Assista ou re-assista:
Dia 23: Segundo o Estadão, Rafinha "está criando um novo canal na internet, em que contará histórias de vida de pessoas que acha interessantes." no estilo A Liga. Vamos aguardar! \o/
Dia 24: É a vez do Portal Terra entrevistar Rafinha:
Leia a matéria e veja fotos clicando AQUI!
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youPIX Festival, pedidos de desculpas e caridade: confira o nosso resumão da semana
Dia 2:
A série A Vida de Rafinha Bastos (que estreia dia 20 yeah!) terá um fundo social: segundo o site Tela Viva, uma ONG de animais abandonados será ajudada pelos fãs da série. Como? Pois bem, visitantes do Shopping Anália Franco poderão "contribuir" com moedas para ajudar a pagar a "fiança" de Rafinha - que durante toda essa temporada estará na prisão contando suas histórias - em displays interativos. Toda a renda arrecadada irá para a Associação MaxMello de Amparo à Vida Animal.
Fonte: Tela Viva
Dia 3:
Rafinha fez participação especial na websérie "COMO BOMBAR O MEU CANAL NA INTERNET?" do seu brother, Fernando Muylaert (a.k.a Borat).
Dia 05:
O LOL Live com Rafinha Bastos que é a MELHOR PARTE do youPIX Festival desde sempre superou o nível de toda a zueragem da história desse quadro. Os convidados foram Inês Brasil (GRAÇAS A DEUS!) e o incrível MC Formiga (AI FIU SOU CROSE TU IU AINÉU...). Sem mais descrições, pra esses 50 min.
Assista:
Ah, por último, fiquem com essa "carta" de pedido de desculpas que a Revista Trip publicou de Rafinha para seus pais:
From: Rafinha BastosTo: O casal de fãs Mariana e Roberto*
Esta carta começa com uma piada que contei por seis anos no meu antigo show: “Garçons perguntam coisas estranhas. Pedi que um embrulhasse o resto do meu hambúrguer e ele perguntou: ‘É pra viagem?’. E eu: ‘Não. Pra presente! Vou dar meio hambúrguer de Natal pra uma pessoa’”.
Agora vamos à história. Antes de trabalhar em TV aberta, fiz por dois anos um show solo em um teatro de São Paulo. Tinha um casal que assistia a quase todas as sessões e sempre me escrevia. Eu brincava nos e-mails que, o dia em que eu faltasse, chamaria os dois para fazer o show no meu lugar.
Depois de um ano de troca de e-mails eles pararam de enviar mensagens. Pensei: “Devem ter ficado de saco cheio de mim”. Após quatro meses sem contato, recebo um e-mail da Mariana. Ela contava algo que eu nunca vou esquecer: “Rafa, estivemos afastados de qualquer compromisso social nos últimos meses. Em maio, o Roberto sofreu um acidente de carro. Ele dirigia na estrada quando um caminhão fechou o seu veículo. O carro do Roberto se chocou contra a proteção da pista. Ele bateu forte a cabeça e perdeu a memória. Não existe maneira segura de apontar em quanto tempo a memória voltará e se voltará completamente. Ficamos assustados. Você não faz ideia de como é louco ter alguém que você ama ao seu lado e ele simplesmente não se lembrar de você. É desesperador. Ficamos no hospital seis dias e nada de ele se recordar de mim, dos pais nem de como executar tarefas simples. Na saída do hospital, no horário do almoço, o Roberto, sem fome, preferiu não comer. A enfermeira viu que o prato estava cheio e perguntou: ‘Roberto, você não comeu nada. Quer que eu embrulhe a comida?’. Ele respondeu: ‘Quero. Pra presente’. Foi ali que eu vi que teria o meu amor de volta”.
Essa história ainda me emociona muito. Toda vez que eu me envolvo com algum problema por causa do meu trabalho ou sinto que uma brincadeira minha foi interpretada de maneira equivocada, eu lembro dela. O efeito negativo do que eu faço é estampado na imprensa. Já o efeito positivo só quem sente somos eu e aqueles que gostam do meu trabalho. E isso pra mim é o bastante.
Ok, agora o editor da revista Trip pergunta: “Sim, amigo, e o pedido de desculpas? É sobre isso que pedimos para você escrever”. Bem, eu explico. O texto acima, enviado pela Mariana, é, na verdade, a minha lembrança da mensagem. Por quê? Porque eu formatei o meu computador e perdi o e-mail. Pior: troquei de provedor e perdi o contato com o casal. Sim, sou um idiota. Lembro que, no final da mensagem, Mariana me fazia um pedido. Ela queria que eu enviasse um vídeo parabenizando o Roberto pela recuperação. O problema é que não tenho mais como contatá-los. A verdade é que eu deveria ter cuidado melhor da mensagem. O resultado é que eles nunca receberam o tal vídeo. Por isso, EU PEÇO DESCULPAS.
PS 1: Sei que essa história parece um conto piegas, mas eu não teria criatividade para criar algo do gênero. Sou comediante e não roteirista de novela. A história é verídica.PS 2: Se você conhece esse casal, por favor, repasse a mensagem e peça que entre em contato comigo. Eu PRECISO gravar e entregar esse vídeo.PS 3: Outlook nunca mais.*Nomes fictícios
Para ver as cartas de outros artistas clique AQUI.
Assista o programa que foi ao ar no último dia sete
Abaixo, você confere a Funérea entrevistando Rafinha Bastos no seu maior estilo sombrio:
Na próxima terça o comediante será entrevistado pela Funérea
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| Rafinha durante as gravações |
Saiba os últimas notícias sobre a série de Rafinha no FX nesta entrevista
A Vida De Rafinha Bastos, assim como o 8 minutos, foi um dos temas abordados na entrevista que o programa gaúcho fez com Rafinha Bastos. Nesta entrevista ele dá detalhes sobre o desenvolvimento da série e seu enredo. Assista:
Rafinha deu dicas para Melissa Mayer de como entrevistar
Rafinha foi convidado a dar sua "benção" ao novo site de humor e sensualidade Janela da Vizinha, que será lançado em breve. Melissa Mayer comentou "foi uma entrevista muito produtiva, ele é genial".
Ele ainda deu dicas para Melissa, dizendo que ela deveria aproveitar seus atributos físicos para conquistar entrevistas e listou 4 coisas que não se deve fazer em uma entrevista, são elas:
1. Deixar o entrevistado pegar o microfone
2. Ser maquiada pelo entrevistado
3. Tentar imitar o entrevistado
4. Permitir que o entrevistado se interesse demais pela sua vida pessoal.
Segundo a produção do Janela da Vizinha, a entrevista será postada em breve no Youtube.
Rafinha Bastos fala de nova série: 'Não vou abrir as pernas para emissora'
Em entrevista ao blog da Patricia Kogut, Rafinha fala sobre a série (que está em produção e tem data prevista para estreia em junho) e também sobre a sua saída do CQC (para variar). Siga alguns trechos da entrevista e se preferir, pode conferir a matéria na integra AQUI.
Na entrevista, Rafinha comenta que teve que assinar um termo que livra a produtora Zeppelin Filmes e a emissora FX de qualquer processo judicial.
— Por mais legal que seja fazer um projeto como esse, também existe o medo de processo, de incomodar alguém. Não fique achando que a TV fechada e a internet têm mais liberdade. Tenho um processo que surgiu na rede. Vivemos um cerceamento da liberdade de expressão. Ninguém quer bancar e eu fico como o paladino da história toda. Não abrirei as pernas para emissora, fujo desse joguinho patético que todos jogam. Posso pagar um preço alto da carreira por isso, mas que eu durma tranquilo.
Lembrando que você pode conferir a entrevista na integra AQUI
O comediante fala sobre internet e "A Vida de Rafinha Bastos"
Rafinha cedeu entrevista ao Portal Imprensa da UOL e falou sobre produçao de vídeos na internet e a série A Vida de Rafinha Bastos. Leia trechos da entrevista abaixo:
Rafinha Bastos foi da web à TV, mas decidiu fazer o caminho inverso e
retomar a produção de conteúdo para seu canal no YouTube. "Agora eu
tenho tempo. A TV era um envolvimento de turno integral. Não tenho mais
este compromisso. Quero ainda fazer muita coisa na TV, mas sem deixar
para segundo plano essa conexão legal que tenho com o público através da
web", afirma à IMPRENSA.
Há tempos o humorista queria voltar a produzir com "mais força" na
internet. "Estava mais focado na produção de conteúdo pelo Twitter e
acabei deixando a minha casa, o vídeo, para segundo plano. Hora de
retomar isso de forma mais organizada", conta.
Já a série no FX inicia o processo de finalização. "Ainda não sei
claramente o que a FOX pretende fazer com ela em termos de exibição e
divulgação. Apesar do piloto ter ido ao ar há muito tempo, eu e a
produtora Zeppelin tivemos pouquíssimo prazo para criação dos novos
episódios. Estamos correndo para fazer o melhor trabalho possível",
explica o humorista.
Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui.
O humorista explana acerca das dificuldades que enfrentou a frente do 'SNL'
Maurício Stycer (sim, o cobrinha!) aproveitou o gancho do anúncio sobre o fim do 'SNL' brasileiro e quis saber de Rafinha Bastos as dificuldades que o programa enfrentou quando estava sob seus comandos.
Leia a entrevista abaixo:
Como você recebeu a notícia do fim do “SNL”?
Rafinha Bastos – Olha, sou amigo de todo o elenco e sempre senti que a minha função ali era fazer meus parceiros brilharem (eu aparecia, no máximo, cinco minutos por programa). Quando saí do projeto, há cinco meses, tive a confirmação através da emissora que o programa teria uma segunda temporada. Fiquei feliz, mas infelizmente não aconteceu. Não sei o que ocorreu, mas ok. De qualquer forma, foi uma experiência incrível para todos nós.
Você participou do projeto na origem. O que você faria diferente, se pudesse começar o SNL novamente?
Não toparia fazer no domingo e entregaria ele nas mãos de quem sabe fazer esquete cômica pra TV aberta.
Colocar o programa na grade aos domingos foi um erro grave?
Foi apenas um dos erros, mas foi sim um dos grandes. Culpa total minha de ter topado. Tentei muito mudar ele pra qualquer outro horário. A Endemol me ajudou nesta briga, mas não adiantou. O programa estreou ao lado de “Fantástico”, “Fazenda”, “Domingo Espetacular”, Sílvio Santos e “Pânico” que é o programa jovem de humor mais assistido da história da TV brasileira. Estreou mal de audiência. A emissora passou a achar que o programa tinha que popularizar a linguagem para buscar um público mais amplo, o que é extremamente compreensível, afinal, não estávamos na MTV. Rapidamente fomos atrás desta tal popularização. Aí nós perdemos o foco completamente.
Fazer o programa “ao vivo” dificultou? A RedeTV! tinha recursos para isso? Você e os demais humoristas estavam preparados para fazer um programa com estas características?
Não estávamos preparados. Não tínhamos experiência alguma em esquete ao vivo. E ainda tem um grande problema: o humor ao vivo em TV aberta foi destruído pelos formatos ultrapopulares que foram ao ar décadas atrás. Ficou com cara de coisa velha. Não acho que foram somente as carências técnicas da RedeTV! que derrubaram o programa.
Há algum programa ou artista que você considere exemplar?
Não sou especialista no assunto, mas se a pergunta envolve as esquetes cômicas, vejo o “Zorra Total” e “A Praça É Nossa” como dois exemplos de sucesso de humor na TV aberta. Estão no ar há muitos anos apresentando excelentes números (infelizmente o foco das emissoras).
Há alguém ou algum modelo que você gostaria de ser seguir ou desenvolver na TV aberta?
A TV aberta carrega uma ciência muito interessante, que me interessa muito, mas não tenho nada em vista. Gosto do formato de bancada. Talvez sozinho, talvez com colegas, talvez sendo jurado de algo… não sei. Antes de sair da Band eu queria mesmo era fazer ficção. Aprender a escrever série, atuar. Tô tendo estas aulas agora. Tô satisfeito. O que sei é que se for abraçar outro projeto, tenho que estar na frente das câmeras. Produção executiva e direção em TV aberta não é pro meu fígado. Quero me divertir e não enlouquecer mais a minha mulher em casa.
Você acha que cabe na TV aberta brasileira um programa com as características do SNL?
A princípio achava que não, mas li a notícia que o Ibope vai começar a contabilizar os acessos dos programas pela web. Dependendo da forma de contabilização, o quadro pode mudar radicalmente.
qual o saldo positivo que o programa deixou?
Foi um aprendizado incrível. Foi divertido demais trabalhar com tanta gente boa. Fui fazer algo que eu não dominava e não me arrependo de ter tentado. Foi muito legal.
Quais são os projetos que você está tocando atualmente? “A Vida de Rafinha Bastos” está pronto? Vai ar quando?
Estou super focado na minha série e em produção pra web. Acabo de reestrear o meu canal do Youtube. Farei atualizações duas vezes por semana (segundas e quintas). Hoje mesmo (28/2) coloquei uma entrevista no ar com o Carlos Alberto de Nóbrega que ficou muito legal. A previsão do canal FX pra colocar a série no ar é julho. Já estamos correndo com a edição. Tô bem feliz com o resultado final.
Para ler a íntegra da matéria no blog do Stycer, clique AQUI
O Guia da Semana conversou com vários nomes do humor brasileiro no dia do comediante
Hoje, 26 de fevereiro comemora-se o dia do comediante. E o Guia da Semana conversou com alguns dos comediantes que mais se destacam no cenário humorístico do Brasil. E claro, entre eles, Rafinha Bastos. Segue a baixo a breve entrevista de Rafinha -- que diga-se de passagem a melhor dentre as nove -- ao GS.
Guia da Semana: Como e quando você descobriu que queria ser comediante?
Rafinha Bastos: Olha, isso a gente não descobre. Um dia a gente acorda e se dá conta "opa, eu não quero trabalhar nunca", e aí vira ator ou comediante.
GS: Quais são as dificuldades e satisfações de ser comediante?
RB: É sempre bom colocar o sorriso no rosto e uma pessoa. Essa é a melhor recompensa. A dificuldade aparece quando isso não acontece, o que muitas vezes não é culpa minha.
GS: Existe limite para o humor? Se sim, qual é esse limite?
RB: Existe. A China. Eu não falo chinês. Este é o meu limite.
GS: Como você vê o futuro do comediante no Brasil?
RB: Com uma bola de cristal.
GS: Onde você vai em São Paulo quando quer dar boas risadas?
RB: Vou ao planetário.
Para ler as respostas de outros comediantes, como Danilo Gentili e Maurício Meirelles clique AQUI
A Campus Party de 2013 aconteceu no dia 28 à 3 de fevereiro e contou com diversas palestras sobre o mundo da internet, lógico que não poderia faltar Rafinha Bastos!
Você pode ver as fotos da entrevista AQUI ou AQUI
Rolou uma "entrevista" com o Rafinha feito pelo vlogueiro PC Siqueira, vale a pena conferir.
O programa foi ar ontem na rádio Atlântida RS
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| Rafinha e a galera da rádio* |
Em um clima totalmente descontraído eles bateram um papo sobre a carreira de Rafinha desde A Página do Rafinha até AVRB. Clicando no banner abaixo você é redirecionado ao player onde poderá ouvir o programa na íntegra (com alguns comerciais. É íntegra mesmo, hahaha).
* A foto é do site da clicrbs
O programa da rádio Atlântida recebe o humorista daqui a pouco
Rafinha é o convidado do programa de música, humor e improviso da rádio Atlântida de Porto Alegre #TaVazando. Duda Garbi, radialista da rádio, divulgou a presença do comediante no programa pelo twitter:
Amanhã tem @rafinhabastos ao vivo no #TaVazando.
— Duda Garbi (@dudagarbi) janeiro 17, 2013
Para ouvir o programa que começará daqui a pouco, às 15h basta acessar o site da rádio clicando AQUI.UPDATE: Para ouvir a gravação do programa basta clicar AQUI
Rafinha Bastos apresentou a palestra em um evento do jornal "The Economist"
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| Rafinha durante o evento |
Dentro do tema "Brasil em 140 caracteres" o comediante explanou sobre a influencia das mídias sociais em seu trabalho e o porquê do crescimento tão acentuado deste ramo no Brasil.
Assista:
Nesta edição do evento o comediante será entrevistado pelo vlogueiro PC Siqueira
A sexta edição da Campus Party brasileira, que acontecerá entre os dias 28 deste mês e 03 de fevereiro no Centro de Exposições Anhembi Parque, abordará seus clássicos temas sobre o mundo digital, entretanto, destacamos as atividades do palco "Gutenberg" que irá tecer os mais diversos debates acerca do assunto "mídias sociais e blogs". Entre as atrações, rola uma entrevista de Rafinha a PC Siqueira no primeiro dia de fevereiro.
Para mais informações acesse o site da CPBR: www.campusparty.com.br. Horários e possível stream divulgaremos conforme for divulgado.
O que: PC Siqueira Entrevista Rafinha Bastos
Onde: Campus Party Brasil 2013
Quando: 01 de fevereiro
UPDATE: A entrevista começará às 17h e poderá ser acompanhada em http://live.campus-party.org/gutemberg
O repórter do 'Programa da Eliana' encontrou Rafinha durante o youPIX RIO
No último domingo (06) o 'Programa da Eliana' exibiu entrevistas do repórter Dicésar no youPIX RIO e entre os entrevistados, obviamente está Rafinha Bastos. Na curta entrevista, o comediante conta o que gosta de ver no YouTube e se já se arrependeu de postar algo na internet.
Assista o trecho abaixo:
Sim! Desta vez foi a nossa vez de entrevistar o Rafinha! E quando dizemos nós, não somos somente a equipe do CR, mas todos os fãs que nos enviaram perguntas. Lembram-se? Como havia muitas boas perguntas similares, as juntamos e arranjamos e o resultado, que por sinal está bem divertido, você lê abaixo
Antes de tudo, somos muito gratos ao Rafinha pela atenção (e paciência) conosco. Obrigada também a vocês que nos enviaram suas perguntas. ENJOY!
Central Rafinha: O que você acha dos seus fãs?
Rafinha Bastos: Acho sensacionais. Pra me curtir depois de tudo o que eu vivi nos últimos anos, eles tem que ser guerreiros. Hehehehe! Sei que muita gente entra em brigas por minha causa. É importante ter gente que se identifica com o meu trabalho. Sem isso, eu provavelmente não teria trabalho.
CR: Algum avanço com relação ao roteiro para um filme que você mencionou em uma entrevista? Poderia nos contar um pouco mais sobre isso?
RB: Ah… isso só no ano que vem. Devo filmar em abril. Se tudo dero certo. Tô empolgadão!
CR: Com o tempo, o SNL perdeu algumas características do formato original, foi pelo fato da emissora REDE TV! querer gastar menos com atração ou por tentar popularizar o programa para gerar audiência?
RB: Tudo isso e muito mais. O formato não era muito próprio para a TV brasileira. A emissora era pequena para um projeto tão ambicioso. Muita coisa que atrapalhou o processo, mas o programa não foi tão mal tanto que renovou o contrato e terá mais uma temporada.
CR: Se você ficasse sem seu Iphone/Celular uma semana, o que faria para passar o tempo?
RB: Usaria o laptop… e o desktop… e o iPad.
CR: Qual foi o momento mais feliz da sua carreira e por quê?
RB: O dia do lançamento do meu DVD foi também o dia do lançamento do meu segundo show. E acredite se quiser, foi também o dia que saiu a reportagem do New York Times falando do meu twitter. Foi muito especial.
CR: Qual era a matéria escolar que você mais gostava na escola?
RB: Educação física. Menos quando tinha vôlei e quando tinha banho.
CR: Cite 3 cantores/bandas que fazem a trilha sonora da sua vida.
RB: Arrested Development, Rage Against the Machine e De la Soul.
CR: O que sua esposa achou do piloto de sua série no FX? Sentiu ciúmes em algum momento? (pode chamar ela pra responder se quiser hehe)
RB: De jeito nenhum. Ela amputou a minha perna esquerda com uma faca e cozinha, mas não posso chamar isso de ataque de ciúmes.
CR: Sente falta de exercer a sua formação, o jornalismo?
RB: Olha, sinto que A LIGA foi um [_____]
CR: Rafinha, você já fez tanta coisa na vida, tem algo que você ainda queira realizar ou se morresse hoje, morreria satisfeito?
[cri cri cri]
CR: Qual presente de fã você mais gostou?
RB: Três vezes ganhei pugs de pelúcia. Gostei pacaraio. Meus cães ficaram confusos achando que eu havia empalhado seus irmãos, mas eu gostei.
CR: Você pensa em escrever algum livro?
RB: Olha… se eu fizer isso vai ser mais pra frente. Não é um projeto pra logo não.
CR: Quando pensa em voltar com o stand-up (em outras cidades além de SP)
RB: Ano que vem vou voltar a fazer shows. Aos poucos. Devagar, mas vou voltar sim. Quero voltar. Tô sentindo falta.
CR: O seu humor é mais refinado, não atinge grandes massas. Você já pensou em mudar algo no seu repertorio para conquistar mais publico?
RB: Não acho que é mais refinado. É meu, só isso. É bem pessoal. É o que eu gosto e sei fazer. : )
CR: Você gosta do "Central Rafinha"?
RB: Sim… sei muita coisa de mim ali. Hehehehe! Todos os fãs-clubes são muito legais… sempre fico sabendo coisas por eles. Obrigado pela força e por seguir o meu trabalho. Bjão
O vídeo foi publicado hoje (12)
Os extras da entrevista de Rafinha Bastos ao 'Programa de 1 cara só' foram disponibilizados hoje (12) no YouTube. Confira o vídeo no player abaixo e se ainda não assistiu a entrevista, clique AQUI para ter acesso ao vídeo.





































